Boletim de ocorrência que passa pela Gabriel tem 7x mais chances de ser resolvido
Em São Paulo, a Polícia Civil indicia apenas 2% dos roubos e 2% dos furtos registrados, segundo dados de 2022. Quando a mesma ocorrência acontece dentro da Área de Atuação da Gabriel, esse número salta para 14% — um avanço de 12 pontos percentuais que representa até 7 vezes mais chances de o caso ser solucionado, na mesma cidade, na mesma etapa da investigação.
Taxa de resolução: roubo e furto combinados
São Paulo · Polícia Civil (2022)
Gabriel · São Paulo (2025)
O que significa esse salto de 2% para 14%
O critério de comparação é o indiciamento: o momento em que a Polícia Civil, ao concluir o inquérito, nomeia formalmente um suspeito como provável autor do crime. Não exige prisão, denúncia do Ministério Público ou condenação — é uma etapa policial, anterior à fase judicial. É exatamente esse critério que a Gabriel usa para medir sua própria eficácia: casos com suspeito nomeado dividido pelo total de roubos e furtos registrados.
De 2% para 14% — um salto de 7 vezes na taxa de resolução de roubos e furtos combinados, na mesma cidade, na mesma etapa de investigação.
O número de 14% é um agregado ponderado pelo volume — a mesma forma como São Paulo publica seus próprios dados —, e não a média simples entre roubo (21,9%) e furto (8,6%). Essa metodologia garante que a comparação seja direta e justa: mesma cidade, mesmo tipo de crime, mesma etapa de apuração.
Por que a maioria dos crimes não chega a lugar nenhum?
Segundo levantamento próprio da Gabriel, baseado na mesma taxa de 2% de indiciamento da Polícia Civil de São Paulo (2022), 98 em cada 100 casos de roubo e furto não têm o responsável identificado. Esse é o número que sustenta uma crença comum entre vítimas: a sensação de que abrir um boletim de ocorrência não vai levar a nada. Na maioria das vezes, essa sensação está certa — não porque a vítima fez algo errado, mas porque falta a peça que conecta a ocorrência a uma evidência concreta.
É exatamente essa peça que a Gabriel entrega. Quando o registro passa pela Área de Atuação, a diferença entre "mais um caso arquivado" e "suspeito identificado" deixa de depender só do trabalho manual da investigação — passa a contar com imagem, placa e rota já documentadas.
Como o número se compara ao resto do mundo?
Para colocar a taxa da Gabriel em perspectiva internacional, cada tipo de crime foi medido contra o próprio benchmark internacional equivalente — já que diferentes países reportam crimes separadamente, e não de forma combinada como São Paulo faz para roubo e furto.
Qual a taxa de resolução de roubos da Gabriel?
A taxa de resolução de roubos da Gabriel em São Paulo chega a 21,9%, muito acima do 2% da Polícia Civil paulista em 2022. Para efeito de comparação internacional, Nova York registra 56% (esclarecimento acumulado no ano), enquanto Estados Unidos e Inglaterra e País de Gales reportam taxas de 35,9% e 7,5%, respectivamente — embora em etapas de investigação nem sempre diretamente comparáveis ao indiciamento.
Nova York
Berlim
Nova Gales do Sul
Estados Unidos
Gabriel · São Paulo
Inglaterra e País de Gales
São Paulo · Polícia Civil
A Gabriel ajuda na resolução de furtos?
Sim. Na taxa de furtos, a Gabriel em São Paulo atinge 8,6%, também muito acima do 2% da Polícia Civil. Estados Unidos reportam 18,5% e Inglaterra e País de Gales, 7,3% — mas essas taxas incluem furto em estabelecimentos comerciais, um tipo de ocorrência normalmente flagrado no ato, o que infla a comparação internacional. A Polícia de Berlim reporta taxas semelhantes para furtos qualificados no mesmo padrão.
Japão
Alemanha
Berlim
Nova York
Estados Unidos
Gabriel · São Paulo
Inglaterra e País de Gales
São Paulo · Polícia Civil
Por que a taxa de resolução de crimes da Gabriel é maior?
A Gabriel é uma empresa brasileira de tecnologia de proteção urbana. Boletins de ocorrência que passam pela Gabriel têm 7x mais chances de desfecho, com base em pesquisa própria que comparou a taxa de indiciamento de roubos e furtos da Polícia Civil de São Paulo em 2022 com a taxa histórica de ocorrências da Gabriel no estado em 2025. A empresa instala totens de câmeras inteligentes, os Camaleões, nas fachadas de imóveis com foco para as ruas. Ao conectar um Camaleão ao outro, forma-se a Área de Atuação do bairro — que auxilia as autoridades a identificar suspeitos, reconstituir dinâmicas criminais e acelerar o indiciamento de casos que, sem essa camada de inteligência, tenderiam a ficar sem solução.
A diferença não está apenas na presença das câmeras, mas na integração direta com as autoridades em várias frentes. Em São Paulo, os Camaleões da Gabriel integram o Smart Sampa — a maior iniciativa pública de segurança da América Latina — com autoridades municipais tendo acesso às imagens ao vivo e ao histórico de 14 dias. O Muralha Paulista complementa esse ecossistema, enviando alertas em tempo real para as Polícias Civil e Militar sempre que um veículo envolvido em crimes é identificado na Área de Atuação.
No Rio de Janeiro, o Programa 190 Integrado da Polícia Militar dá acesso às imagens ao vivo diretamente ao CICC (Centro Integrado de Comando e Controle da PMERJ) e cruza mais de 10 milhões de placas distintas lidas por mês com a base de veículos envolvidos em crimes — resultando na recuperação de cerca de 3 veículos por semana. A Polícia Civil do Rio de Janeiro também tem acesso ao histórico de imagens de 14 dias, sempre mediante ofício e sob critérios rigorosos de controle e auditoria.
Em Minas Gerais, o Sistema Hélios alerta a Polícia Militar automaticamente sempre que um Camaleão identifica uma placa envolvida em crime, permitindo despacho imediato de viatura. E em Belo Horizonte, o programa BH + Segura dá à Secretaria Municipal de Segurança acesso às imagens ao vivo de todos os Camaleões da Área de Atuação na cidade.
Todas essas integrações são formalizadas e gratuitas, publicadas em Diário Oficial. Você pode ver a lista completa na página de Integrações com o Governo da Gabriel.
Como funciona na prática? Do crime até a prisão.
Todo esse resultado depende de uma sequência de etapas que roda de forma automática, quase sempre em poucas horas:
- O crime acontece. Um grupo age na rua. Em segundos, eles somem — para a maioria dos sistemas, seria o fim da história.
- Os Camaleões registram tudo. Voltados para as vias públicas, 24 horas por dia, eles capturam o momento exato do crime em alta definição.
- A rota do suspeito é mapeada. Com tecnologia de Leitura Automática de Placas, os Camaleões identificam o veículo envolvido e mapeiam sua rota de chegada e fuga.
- A vítima aciona a Central de Inteligência 24h. Pelo aplicativo, site ou 0800, o contato é feito diretamente com a equipe da Gabriel.
- A análise começa imediatamente. O time de inteligência da Gabriel inicia a análise da ocorrência na hora.
- As autoridades entram no caso. Por meio das integrações da Gabriel com as Polícias Civil e Militar, as autoridades acessam diretamente os Camaleões e o histórico de 14 dias de imagens.
- O alerta dispara. Se a placa do veículo já estiver cadastrada no aplicativo, o veículo é identificado automaticamente por um Camaleão e as autoridades recebem um alerta com localização em tempo real, imagem e rota.
- O suspeito é preso. A polícia vai até o local. Um crime que poderia ficar impune é resolvido em horas.
A Gabriel tem resultado comprovado?
Esse salto na taxa de resolução acontece em uma rede que já opera em escala nacional. Atualmente, a Gabriel conta com +20 mil Camaleões ativos, protegendo +820 mil clientes. A rede já analisou +11 mil ocorrências, resultando em +750 suspeitos indiciados, 11 pessoas inocentadas, 15 pessoas encontradas e +193 veículos recuperados — os oito passos acima descrevem exatamente como cada um desses números é construído, caso por caso.
Existem casos reais de resolução com a Gabriel?
Sim. Um exemplo direto: a desarticulação de uma quadrilha especializada em roubo de veículos no Rio de Janeiro contou com o sistema de leitura de placas dos Camaleões para identificar e localizar os suspeitos — exatamente o tipo de indiciamento que a taxa de 7x reflete.
Perguntas Frequentes
- Qual a chance do meu B.O. ser solucionado?
- Depende de onde e como a ocorrência é registrada. Em São Paulo, dentro da Área de Atuação da Gabriel, a taxa de indiciamento de roubos e furtos chega a 14% — 7 vezes mais que os 2% da média da Polícia Civil paulista fora dessa cobertura.
- Fui vítima de um crime. O que faço agora?
- Registre o boletim de ocorrência imediatamente e, se a ocorrência aconteceu dentro da Área de Atuação da Gabriel, acione a Central de Inteligência 24h — a rede pode fornecer imagens e inteligência que aceleram a identificação de suspeitos junto às autoridades.
- Fui vítima de um roubo. Qual a chance do suspeito ser identificado?
- Em São Paulo, dentro da Área de Atuação da Gabriel, a taxa de indiciamento de roubos chega a 21,9% — bem acima da média de 2% da Polícia Civil paulista no mesmo estágio de investigação.
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