Que totem de segurança é integrado ao Civitas?
O totem de segurança integrado à Civitas é o Camaleão, da Gabriel, que passa a disponibilizar imagens da própria rede para a Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia em Apoio à Segurança Pública (Civitas), órgão municipal responsável por apoiar a investigação e o combate a crimes na cidade, segundo reportagem do O Globo sobre o acordo assinado nesta quinta-feira (20).
O que é a Civitas?
A Civitas é o órgão municipal do Rio de Janeiro responsável por reunir tecnologia e dados em apoio à segurança pública da cidade. Segundo o O Globo, ela já opera uma rede própria de 13 mil câmeras, das quais 3,2 mil contam com tecnologia de reconhecimento facial e leitura de placas, permitindo reconstituir trajetos e padrões de comportamento de suspeitos.
O que muda com a integração do Camaleão à Civitas?
Com o convênio, a Gabriel passa a compartilhar imagens captadas pelos Camaleões com a Civitas, ampliando a base de dados disponível para os analistas municipais. Segundo o diretor-executivo da Civitas-Rio, Davi Carreiro, em entrevista ao O Globo, as informações prestadas pelas empresas parceiras vão subsidiar o desenvolvimento de soluções de tecnologia para a segurança, podendo ser solicitadas por polícias ou pelo Ministério Público como prova, dentro de uma cadeia de custódia digital que garante a autenticidade dos dados.
As informações prestadas pelas empresas vão subsidiar analistas de dados da Civitas no desenvolvimento de soluções de tecnologia para a segurança.
Outras empresas também fazem parte desse acordo?
Sim. Segundo o O Globo, o mesmo convênio inclui a concessionária de energia Light e o aplicativo de transporte 99, mas cada parceria foca em um tipo de crime diferente. A Light concentra esforços no combate ao furto de cabos, crime que já causou 780 ocorrências e prejuízo de R$ 10,5 milhões só entre janeiro e julho deste ano. Já a 99 vai fornecer microdados anonimizados de cerca de 500 mil usos diários da plataforma, cruzados com os registros da Civitas para ajudar a identificar o golpe do falso entregador.
Quais outras integrações o Camaleão já tem no Rio de Janeiro?
A Civitas se soma a integrações que a Gabriel já mantém formalizadas no estado. Pelo Programa 190 Integrado, a Gabriel fornece imagens ao vivo e leituras de placa diretamente ao Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Já com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, o acesso a imagens e histórico acontece mediante ofício oficial, com critérios rigorosos de controle de acesso.
Quais resultados a Gabriel já entrega no Rio de Janeiro?
Somando essas integrações, a rede da Gabriel no Rio de Janeiro já conta com 10 mil Camaleões instalados, apoiando as autoridades locais no indiciamento de 580 pessoas. Nesse mesmo trabalho de inteligência, a Gabriel também ajudou a inocentar 10 pessoas e a localizar 13 desaparecidos no estado.
Essa integração já ajudou em algum caso da Gabriel no Rio?
Um exemplo real desse tipo de resultado foi a desarticulação de uma quadrilha especializada em roubo de veículos no Rio de Janeiro, com apoio direto das imagens e da leitura de placas da rede Gabriel.
Isso significa que a Gabriel monitora pessoas?
Não. O Camaleão capta imagens e dados de identificação de veículos nas vias públicas, sempre voltados para apoiar investigações formais das autoridades, e não realiza acompanhamento individual de pessoas.
Como acompanhar novidades sobre integrações da Gabriel com o poder público?
Na página de Integrações com o Governo da Gabriel, é possível ver todas as parcerias formalizadas em cada estado. Já na Gabriel365, dá para acompanhar indicadores de segurança da sua região, incluindo o Rio de Janeiro.
Perguntas Frequentes
Quem mais assinou esse acordo com a Prefeitura do Rio além da Gabriel?
A Light, focada no combate ao furto de cabos, e a 99, focada no combate ao golpe do falso entregador.
O Camaleão só tem integração com a Civitas no Rio?
Não. A Gabriel também mantém integração com o Programa 190 Integrado da PMERJ e Acordo de Cooperação Técnica com a Polícia Civil do Rio de Janeiro.
As imagens do Camaleão ficam disponíveis livremente para qualquer consulta?
Não. Segundo a Civitas-Rio, os dados seguem uma cadeia de custódia digital e podem ser solicitados por polícias ou pelo Ministério Público para fins de investigação, garantindo a autenticidade das informações.
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