A diferença está no foco e no destino da informação. As câmeras de portaria são câmeras comuns de circuito interno, instaladas na guarita ou junto à cancela para controlar quem entra e sai do condomínio, com as lentes voltadas para dentro do imóvel. Já o Camaleão, nome que a Gabriel dá às suas câmeras inteligentes de segurança urbana, é um totem instalado na fachada, com as lentes voltadas para a via pública, e forma uma rede conectada a outros Camaleões do bairro e às autoridades. Uma cuida do acesso; o outro cuida do que acontece na rua antes que a ameaça chegue perto da cancela.
Camaleão é o nome que a Gabriel dá às suas câmeras inteligentes de segurança urbana. É um totem instalado na fachada ou no perímetro externo de condomínios, comércios e casas, sempre com as lentes voltadas para a via pública - nunca para o interior do condomínio. Cada Camaleão faz Leitura Automática de Placas (LAP), monitora continuamente o entorno e se conecta aos outros Camaleões da região, formando a Área de Atuação. Existem quatro modelos - Mini, Plus, Max e Max 360 - e a equipe da Gabriel avalia o local para recomendar o mais adequado. Para entender em detalhe, veja o que é o Camaleão.
As câmeras de portaria costumam ficar dentro da guarita ou junto à cancela de entrada, com o objetivo de identificar veículos e pessoas que tentam acessar o condomínio. Já o Camaleão é instalado na fachada ou no perímetro externo do imóvel, sempre com as lentes apontadas para a via pública - nunca para o interior do condomínio. A equipe da Gabriel avalia o local e recomenda o modelo mais adequado para cobrir a rua, a calçada e o entorno daquele endereço específico.
As câmeras de portaria enxergam principalmente o que passa pela entrada: quem chega, em qual veículo, em qual horário. Já o Camaleão monitora continuamente o entorno do imóvel - a rua, o movimento de pedestres e veículos, comportamentos fora do padrão - e realiza a Leitura Automática de Placas (LAP) de todo veículo que circula por ali, cruzando cada placa com bases de veículos envolvidos em crime. Essa cobertura da rua é o que permite identificar uma ameaça antes que ela decida agir contra o condomínio, e não apenas registrar quem entrou depois do fato consumado.
Com câmeras de portaria, a análise geralmente depende de alguém revisar as imagens depois, ou de um porteiro perceber a situação em tempo real. No Camaleão, quando a LAP identifica a correspondência de um veículo envolvido em crime, o alerta é disparado automaticamente para as autoridades - sem depender de nenhuma revisão humana no meio do caminho. Além disso, qualquer pessoa pode acionar a Central de Inteligência 24h da Gabriel ao presenciar algo suspeito na região, pelo telefone 0800 422-7435 (0800 GAB-RIEL) ou pelo WhatsApp - não é preciso ser cliente da Gabriel nem morar no condomínio. Quem é cliente também pode acionar pelo aplicativo.
Normalmente não. Câmeras de portaria isoladas não têm, ou têm integração mínima, com as forças de segurança pública. Já o Camaleão faz parte de integrações formalizadas: em São Paulo, com o Muralha Paulista, o Smart Sampa e o Monitora Oz (Osasco); no Rio de Janeiro, com o Programa 190 Integrado, a Civitas Rio e a Polícia Civil do Rio de Janeiro; em Minas Gerais, com o Sistema Hélios. Essas integrações permitem que autoridades recebam alertas em tempo real ou acessem imagens ao vivo e histórico de 14 dias, conforme o programa e a cidade.
Câmeras de portaria são isoladas: enxergam só o próprio condomínio e não se conectam a nenhum outro sistema da vizinhança. Cada Camaleão instalado, por outro lado, se conecta aos demais Camaleões do bairro, formando a Área de Atuação - uma rede colaborativa que reconhece o mesmo veículo ou padrão de comportamento em diferentes pontos da região. Quanto mais Camaleões fazem parte dessa rede, maior a cobertura coletiva, o que beneficia inclusive condomínios pequenos que sozinhos não teriam a mesma força de monitoramento.
Sim. Eles resolvem problemas diferentes e não são concorrentes: as câmeras de portaria continuam responsáveis pelo controle de quem entra e sai, enquanto o Camaleão cobre o que acontece do lado de fora, no momento em que o crime ainda está sendo planejado ou observado. A recomendação de quais pontos do imóvel precisam de cobertura é sempre feita pela equipe técnica da Gabriel após uma avaliação no local, considerando a fachada, o fluxo da rua e os pontos cegos existentes.
O caminho mais seguro é uma avaliação técnica no local, que considera o layout do imóvel, o movimento da rua e os riscos já registrados na região. Para solicitar essa avaliação e um orçamento, preencha o formulário nesta página.