O Gabriel365 é uma plataforma gratuita de inteligência sobre segurança pública, lançada pela Gabriel em junho de 2026. Ela cruza os dados gerados pela rede de Camaleões desde o início da operação da Gabriel, em 2020, com dados públicos e oficiais de segurança, respondendo perguntas do dia a dia sobre a segurança de qualquer bairro coberto pela rede.
A plataforma tem três áreas principais. A primeira é um chat com inteligência artificial, onde qualquer pessoa pode fazer perguntas em linguagem natural, como "a Vila Madalena está ficando mais segura?" ou "que horas é mais arriscado sair em Botafogo?", sem precisar conhecer termos técnicos. A segunda é um mapa navegavel, com filtros por tipo de ocorrência, status, desfecho e período. A terceira é uma aba de relatórios, que gera um boletim de segurança personalizado por bairro.
O relatório reúne o número de ocorrências acompanhadas na região, os tipos de crime registrados, o padrão de horário com maior incidência, dados do entorno (incluindo quantas câmeras inteligentes monitoram a área) e as principais notícias veiculadas pela imprensa sobre o bairro no período consultado.
Não. A plataforma não disponibiliza imagens captadas pelos Camaleões - ela apresenta informações consolidadas a partir dos registros analisados pela rede, combinadas com dados públicos de segurança. O foco é dar visibilidade a padrões e tendências, não acesso a gravações.
Não. O acesso é gratuito para qualquer pessoa mediante cadastro. Sem login, é possível fazer apenas uma pergunta ao assistente de inteligência artificial da plataforma; com cadastro, o acesso ao chat, ao mapa e aos relatórios é completo.
A plataforma reúne dados das áreas atendidas pela Gabriel em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, incluindo Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Guarulhos e Niterói. A cobertura acompanha a expansão da rede de Camaleões e tende a crescer conforme a Gabriel chega a novas cidades.
A proposta da plataforma é atender três públicos: moradores que querem entender a segurança do próprio bairro antes mesmo de precisar de ajuda, jornalistas que buscam dados consolidados sobre criminalidade para matérias, e gestores públicos interessados em tendências de segurança por região.