Sim, mas com uma ressalva importante: câmeras isoladas na entrada resolvem só parte do problema. Elas registram quem entra e sai, mas não enxergam o que acontece na rua — e a maioria das ocorrências em condomínios (abordagem, arrombamento de portão, invasão) começa ali fora, antes da pessoa chegar à entrada. Uma câmera de entrada sozinha grava a ação depois que ela já está acontecendo; o valor real aparece quando essa câmera está integrada a um monitoramento ativo e a uma cobertura que também vê a rua.
A câmera de entrada olha para dentro (quem chega ao prédio). O totem de segurança — como o Camaleão da Gabriel — é instalado na fachada com o foco voltado para a rua, monitorado pela Central de Inteligência 24h, e em várias cidades integrado à polícia estadual ou municipal. Ele não substitui a câmera de entrada; cobre o que ela não vê.
Não necessariamente. Câmera sem monitoramento ativo funciona como registro, não como resposta — ninguém é avisado no momento em que algo acontece, a não ser que exista um sistema olhando a imagem em tempo real. O efeito de inibição depende de a câmera estar visível e de haver algum tipo de resposta associada a ela, não só a gravação.
Depende do objetivo. Se o problema do condomínio é controle de quem entra e sai, sim, resolve. Se o problema é segurança contra assaltos e abordagens na região, uma câmera de entrada isolada tem alcance limitado — o ponto cego começa exatamente onde ela para de enxergar: a calçada e a rua ao redor.