Viagem de fim de ano: como deixar a casa segura?
Peça a alguém de confiança para olhar a casa e recolher a correspondência, avise poucos vizinhos, teste trancas e alarmes e não divulgue a viagem, e some a isso uma camada de tecnologia ligada às autoridades. Segundo orientações da Polícia Militar do Estado de São Paulo, publicadas pela Prefeitura de Paranapanema, quem viaja deve pedir que a correspondência não se acumule na porta e que um vizinho acione a polícia se notar movimento suspeito. A Gabriel apoia essa última parte com os totens de câmeras inteligentes da Gabriel, os Camaleões, que registram a rua e ligam essa imagem às autoridades.
O que fazer antes de sair?
| Cuidado | Por que ajuda |
|---|---|
| Combinar com alguém de confiança que olhe a casa | Alguém percebe qualquer mudança e avisa a polícia |
| Recolher correspondência e suspender entregas | Caixas acumuladas mostram que ninguém está em casa |
| Testar trancas de portas e janelas | A facilidade de acesso pesa na escolha do imóvel, segundo a polícia |
| Não deixar objetos externos que sirvam para arrombar | Escadas e ferramentas no quintal facilitam a entrada |
| Evitar comentar a viagem com estranhos | Menos gente sabendo reduz o risco |
Fonte: O Consumidor e Polícia Militar do Estado de São Paulo.
A melhor proteção na viagem é a soma de pequenos cuidados que tiram a casa da lista de quem procura o caminho mais fácil.
Como os criminosos escolhem a casa?
Segundo uma entrevista de policiais ao Servidor Público MS, quando há interesse em uma residência, o criminoso pode observá-la por mais de um dia, de dia e à noite, e repara em sujeira constante na frente e em objetos largados por vários dias. A mesma fonte lembra que a facilidade para entrar é determinante, e que entre uma casa com cerca elétrica e outra sem, ele tende a escolher a de acesso mais fácil. Segundo a Polícia Militar de Sumaré, os arrombamentos são mais frequentes pelos fundos do imóvel.
O que evitar na viagem?
- Luz acesa o tempo todo. Segundo a Polícia Militar, não adianta deixar lâmpadas permanentemente acesas para simular que a casa está ocupada. Um sensor de luminosidade ou um temporizador funciona melhor.
- Chave em esconderijo. Segundo a PM de Sumaré, chave debaixo do tapete ou do vaso é uma deixa para quem procura um jeito de entrar. Leve a chave com você ou deixe com alguém de confiança.
- Postar a viagem. Segundo a Polícia Militar de Ituporanga, o ideal é publicar os momentos de lazer só depois do retorno.
- Entrar se algo parecer errado. Segundo a Polícia Militar do Estado de São Paulo, se desconfiar de que alguém entrou, não entre e chame a polícia.
Como o totem de segurança ajuda quem viaja?
O totem não impede um arrombamento sozinho, e a polícia lembra que nenhum equipamento é suficiente sozinho. O que ele faz é registrar a rua e criar um elo com as autoridades. O Camaleão lê as placas dos veículos que passam em frente à casa, e a Gabriel envia alertas em tempo real às Polícias Civil e Militar quando um veículo envolvido em crimes é identificado, em São Paulo pela Muralha Paulista. Se algo acontecer, a Central de Inteligência 24h analisa o boletim de ocorrência e identifica quais Camaleões podem ter registrado imagens.
As Condições Gerais preveem armazenamento por no mínimo 14 dias, e isso importa para quem viaja por mais tempo. Se a viagem passa de duas semanas, combine com alguém de confiança uma visita à casa no meio do período, e acione a Central assim que perceber qualquer problema, para as imagens não saírem do histórico.
Já funcionou em casos reais?
Hoje a rede reúne 23 mil Camaleões e já ajudou a recuperar 240 veículos. Uma tentativa de invasão a uma residência no Brooklin foi frustrada pela Polícia Militar. Já os suspeitos de invasão e furto a condomínios de luxo em São Paulo e no Rio de Janeiro foram detidos pelo 3º Cerco. A inteligência da Gabriel já contribuiu para o indiciamento de 820 suspeitos.
Como saber o risco da minha rua?
Na Gabriel365, você consulta o relatório de segurança do seu bairro antes de viajar. Ela hoje cobre São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Para quem mora em condomínio, veja também como deixar o condomínio mais seguro no fim de ano. Para incluir a sua casa na Área de Atuação, fale com a Gabriel.
Perguntas frequentes
Deixar a luz acesa ajuda a proteger a casa?
Não necessariamente. Segundo a Polícia Militar, luzes permanentemente acesas não enganam, e sensores programados para acender em horários específicos funcionam melhor.
Quem deve saber que vou viajar?
Poucas pessoas de confiança. Segundo a Polícia Militar, o ideal é avisar os vizinhos mais próximos e de confiança, e evitar comentar a viagem com estranhos e nas redes sociais.
O totem de segurança evita o furto durante a viagem?
Não sozinho. Ele registra a rua e liga essa informação às autoridades, o que apoia a investigação. A prevenção depende de somar medidas, como as da polícia.
Se você acredita que a tecnologia pode contribuir para cidades mais protegidas, clique no botão abaixo e inclua o seu bairro na nossa Área de Atuação.
Quer um Camaleão na sua rua?
Com um Camaleão na fachada da sua casa, prédio ou comércio, a sua rua ganha câmeras que leem placas e alertam a polícia em tempo real. Deixe seu contato. Nosso time fala com você pelo WhatsApp e explica como funciona.
Presenciou um crime dentro da Área de Atuação da Gabriel?
Mande um WhatsApp para 0800 GAB-RIEL (0800 422-7435).
Nossa Central de Inteligência 24h está sempre disponível para te ajudar.
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