Como funciona o totem de segurança no Rio de Janeiro?
No Rio de Janeiro, o totem de câmeras inteligentes da Gabriel, o Camaleão, lê as placas dos veículos na rua e envia as leituras ao Centro Integrado de Comando e Controle da Polícia Militar pelo Programa 190 Integrado, e a polícia cruza essas placas com a sua base de veículos envolvidos em crimes. É isso que permite o despacho imediato de viaturas, segundo a Gabriel. O assunto é atual, porque os roubos de veículos no estado cresceram 3,6% de janeiro a setembro de 2026, com 17.753 ocorrências, o equivalente a cerca de 65 por dia, segundo dados do ISP divulgados pelo Diário do Rio.
Quais são as integrações da Gabriel no Rio?
| Integração | Quem acessa | O que chega |
|---|---|---|
| Programa 190 Integrado | Polícia Militar, no CICC | Imagens ao vivo e leituras de placas |
| Civitas Rio | Central de inteligência da Prefeitura do Rio | Compartilhamento de imagens |
| Polícia Civil do Rio de Janeiro | Delegacias, mediante ofício | Imagens e histórico de até 14 dias |
Fonte: Gabriel Autoridades. Segundo a página, o Programa 190 Integrado foi publicado em 29 de agosto de 2023, a Civitas Rio em 20 de agosto de 2026 e a Polícia Civil em 5 de setembro de 2023.
A câmera registra a rua. A integração leva a placa ao lugar onde ela pode virar uma viatura.
O que os dados do Rio mostram hoje?
Segundo o ISP, o estado teve queda de 19,5% nos roubos de rua de janeiro a setembro de 2026, com 35.927 ocorrências, enquanto os roubos de veículos subiram. Foram 13.162 veículos recuperados no período, alta de 2,1%, de acordo com o Diário do Rio. Para o morador, isso reforça o valor de uma rua em que o veículo roubado é identificado enquanto ainda circula.
Que resultados a Gabriel apresenta no Rio?
Segundo o Diário do Rio, a Gabriel apresentou um levantamento em que suas câmeras ajudaram no indiciamento de 615 suspeitos no Rio, e 14% das ocorrências que recebem apoio da rede resultam em indiciamento. A Brasil em Folhas lembra que a comparação com a média de 2% de São Paulo considera universos diferentes, e por isso os números não permitem concluir que as câmeras sejam responsáveis por toda a diferença.
Um caso ilustra o método. Na Gávea, uma idosa foi vítima do golpe do bilhete premiado. A 15ª DP pediu apoio da equipe de inteligência da Gabriel, que usou imagens de 30 Camaleões para reconstituir as rotas de fuga. A análise de duas câmeras do bairro permitiu identificar o veículo e o trajeto, e o suspeito foi detido pela Polícia Civil no dia seguinte, segundo a mesma reportagem.
Como funciona na prática, do crime à resposta?
- O Camaleão lê a placa de cada veículo que passa na rua em frente ao imóvel.
- A placa é consultada em bases de restrição em tempo real.
- Se houver correspondência, um alerta automático vai para as autoridades integradas.
- A polícia decide o que fazer, inclusive despachar viaturas.
- Se o crime já ocorreu, a Central de Inteligência 24h analisa o boletim de ocorrência e identifica quais Camaleões podem ter registrado imagens.
Quais casos reais existem no Rio?
A Gabriel reúne casos solucionados na cidade. Entre eles estão o de um furto de colar em Ipanema, em que o suspeito foi detido em menos de 4 horas, e o de uma dupla que furtou um celular na Tijuca, identificada com apoio de imagens da Gabriel. Hoje a rede reúne 23 mil Camaleões e já ajudou a recuperar 240 veículos. O Camaleão não impede um crime sozinho, mas cria um registro e uma ligação com a polícia.
Como levar o totem para a minha rua no Rio?
Segundo o FAQ da Gabriel, cada projeto é único, e uma equipe vai ao local fazer uma avaliação técnica antes da proposta. Fale com a Gabriel e conte se o imóvel é uma casa, um prédio ou um comércio. Antes disso, consulte o relatório de segurança do seu bairro na Gabriel365, que hoje cobre São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Perguntas frequentes
A Polícia Civil tem acesso às imagens?
Sim, por ofício. Segundo o Gabriel Autoridades, a integração permite que a Polícia Civil solicite imagens e o histórico de 14 dias, mediante critérios de controle de acesso.
O totem precisa estar em uma área específica do Rio?
Não. O Camaleão é instalado em imóveis com fachada para a rua, e a avaliação técnica define a posição. Segundo o blog da Gabriel, ele funciona em condomínios, casas e comércios.
Os 14% de indiciamento significam que o totem resolve 14% dos crimes?
Não. Segundo a Brasil em Folhas, a comparação com a média de São Paulo considera universos distintos, e o número não prova que o equipamento seja a causa de toda a diferença.
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Com um Camaleão na fachada da sua casa, prédio ou comércio, a sua rua ganha câmeras que leem placas e alertam a polícia em tempo real. Deixe seu contato. Nosso time fala com você pelo WhatsApp e explica como funciona.
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